Bom dia!
O tema do dia é paciência. Um pouco de paciência com tudo o que acontece e principalmente comigo mesma. O jornalismo cobra um tributo alto de quem ama a profissão, a taxa do desgosto que mais dia, menos dia, te pega. Bem, se isso é válido para grandes jornalistas do mundo inteiro, imagina para alguém em início de carreira. As formas são muitas, é aquele erro de concordância que você deixou passar depois de 80 revisões, é o furo que você tomou por desatenção e por aí vai.
Mas, acho que o pior é perceber que você deixou de fazer algo, algo que poderia ter feito, por simplesmente falta de tesão. É, falta de tesão mesmo, falta de sentido e ânimo para fazer a reportagem.... pior é ver exatamente o mesmo assunto que você poderia ter dado uma semana antes em um outro espaço e perceber que o tesão que faltou para você não faltou para outro repórter. Isso aconteceu hoje. E, eu acabei de perceber porquê. No meu caso, acho que estava esquecendo porque escolhi esta profissão e não qualquer outra, estou cometendo um erro muito comum neste meio, esquecendo porque e para quem se faz jornalismo... Absorta em outros conceitos bem menos importantes como este... e um outro profissional muito importante para mim me lembrou disto. Se faz jornalismo para o leitor, para a sociedade, não para a concorrência, não para si mesmo! Então, de todo modo, hoje é um dia bom. Eu comecei o dia sofrendo, mas lembrando quem eu sou e no que acredito.
Quanto ao passado, paciência! O jeito é recomeçar....
((post importado do blog do UOL))
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